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sexta-feira, 8 de julho de 2016

GíRIAS EM INGLÊS MAIS USADAS NA INTERNET

Não passe mais vergonha diante de um bate-papo na rede mundial quando estiver falando em inglês, confira algumas gírias e expressões abreviadas que o nativo tem por hábito usar: 
  • 10Q – Thank you (obrigado)
  • 143 – I love you (amo você, te amo)
  • 2day – today (hoje)
  • 2moro – tomorrow (amanhã)
  • 2nite – tonight (hoje à noite)
  • 2U2 – to you too (para você também)
  • 4 – for
  • 4ever – forever (para sempre) [também pode ser 4eva]
  • 4EAE – forever and ever (para todo o sempre)
  • 511 – too much information (informação demais; coisa demais para minha cabeça)
  • AFAIC – as far as I’m concerned (até onde eu sei, até onde me diz respeito)
  • AFAIK – as far as I know (até onde eu sei)
  • aight – all right (tudo bem, tudo certo, tudo ok)
  • AISB – as I said before (como eu disse antes)
  • AITR – adult in the room (adulto na sala, adulto no ambiente)
  • ALW – ain’t life wonderful (a vida não é fantástica?)
  • AMF – adios, motherfucker (tchauzinho, seu babaca; até mais, filho duma égua)
  • AML – all my love (com todo meu amor)
  • A/S/L – Age, Sex Location (idade, gênero e localização)
  • B2W – back to work (de volta ao trabalho)
  • B4 – before (antes)
  • BG – be good (fique bem! | comporte-se!)
  • BRB – Be right back (volto já)
  • CU – See you! (Até mais!)
  • CU46 – See you for sex! (Te encontro para sexo!)
  • DWBH – Don’t worry, be happy (Não esquenta e seja feliz)
  • FYEO – For your eyes only (só você pode ver)
  • FYI – For your information (para sua informação)
  • G4U – good for you
  • GLHF – Good luck, have fun (Boa sorte e divirta-se)
  • GOMB – get off my back (sai de cima, dá um tempo, sai pra lá)
  • GR8 – great (ótimo, excelente, bom demais, da hora)
  • GTG – got to go (tenho que sair)
  • GTH – Go to hell! (Vá para o inferno!)
  • HAK – hugs and kisses (abraços e beijos)
  • HAND – have a nice day (tenha um bom dia)
  • IANAL – I’m not a lawyer (Não sou advogado)
  • IDK – I don’t know (eu não sei, sei lá)
  • IMHO In my honest opinion / In my humble opinion (Na minha humilde opinião)
  • INCYDK – in case you didn’t know (caso você não saiba)
  • IU2U – It’s up to you (é contigo, depende de você, você decide)
  • IYKWIM – If you know what I mean (se é que você me entende)
  • J/K Just kidding – (Brincadeirinha! | Tô brincando! | Tô zoando!)
  • K ou KK – Ok (legal, bacana, beleza, tá bom, ok)
  • L8R – later (depois, mais tarde » C U L8R = See you later = Te vejo mais tarde)
  • LOL – Laughing Out Loud (serve para indicar risadas)
  • LMAO – Laughing My Ass Off (um modo mais enfático de demonstrar que está rindo; pode ser considerado rude devido o uso da palavra “ass”, “bunda”, “rabo”.)
  • OMG – Oh, my God! (Aí, meu Deus! | Meu Deus do Céu!)
  • ORLY – Oh, really? (Sério? Verdade? É mesmo?)
  • PAW – Parents are watching (Meus pais estão aqui)
  • PLS ou PLZ – Please (Por favor)
  • PPL – People (pessoas)
  • PTB – Please text back (favor responder)
  • ROFL – Rolling on the floor laughing (tô me acabando de rir aqui)
  • SMEXI – smart and sexy (inteligente e bonita/o)
  • SWYP – So, what’s your problem? (E então, quanl seu problema?)
  • SSDD Same stuff, different day (Tudo igual só muda o dia)
  • STFU – Shut the fuck up! (Cala a porra dessa boca!)
  • THX – Thanks! (Obrigado!)
  • TIA – Thanks in advance (Te agradeço antecipadamente)
  • TLTR – too long to read (extenso/longo de mais para ler)
  • TTYL – Talk to you later (falo contigo depois, se fala mais tarde)
  • U – you
  • ur – your
  • WTF? – What the fuck? (Que porra? Que caralho? » Leia: O que significa WTF?)
  • WTFWT? – What the fuck was that? (Que porra foi/era essa? | Que caralho foi/era aquilo?)
  • WYCM – Will you call me? (Você me liga?)
  • YGTI – you got the idea (você entendeu a ideia, você captou a mensagem)
  • YW – You’re welcome! (De nada!)
  • ZOMG – Oh, my God! (Aí, meu Deus) [usado para expressar sarcasmo]

quarta-feira, 25 de maio de 2016

7 DICAS PARA NÃO FALAR INGLÊS ERRADO

Confira algumas dicas de como melhorar o seu sotaque e deixar o “embromation” de lado de uma vez por todas!

1) Too and two and “tchoo”

Em alguns lugares do Brasil, especialmente em São Paulo, de onde venho (e não quero generalizar o sotaque brasileiro, pois o nosso país é enorme!), temos a tendência de fazer um som de “tch” quando o T vem antes de um I.
Nunca vou me esquecer do namorado suíço de uma amiga que, ao aprender português, nos perguntou: “Vamos “tchodos”?”. Ninguém entendeu nada e ele tentou explicar: “Mas vocês falam “tchime” (time), “tchia” (tia), “tchijolo” (tijolo). Não é “tchodos”?”. Brincadeiras à parte, a verdade é que nós temos a tendência a acentuar esse som.
O som do T no inglês é feito com a boca mais fechada, como num sussurro. O mesmo acontece com outras consoantes em inglês, como D, G, P e S. Tente falar o too como se estivesse sussurrando.
Outro erro comum é não conseguir diferenciar as vogais duplas. Feet é pronunciado como um I mais longo (como se fosse “fiiit”) enquanto fit é curto e rápido. E não se esqueça de pronunciar um T limpo ao final, e não “fitchi”.

2) Livre-se da vogal de apoio

Na língua portuguesa, consoantes vêm sempre acompanhadas de uma vogal, mesmo em palavras como pneu, onde há encontro de consoantes, colocamos um i para facilitar a pronúncia: “pineu”. Portanto, quando vemos uma palavra como walk ou and, a tendência é a colocar uma vogalzinha ali, geralmente o "i". Assim, o and fica “andi”; o walk, “walki”; that se torna “thati”; Facebook fica “Faicebuqui”; internet, “internetchi”… e por aí vai. O segredo nesse caso é se policiar e pronunciar a palavra com o som da consoante no final limpo, "anD" ou "walK" secos.

3) A pronúncia do L

Ao falar o L, temos a tendência de substituí-lo por um U.
Will se transforma em “Wiu”, por exemplo. Ou até mesmo o nome do nosso país, Brazil, se torna “Braziu”.
A pronúncia do L do inglês é feita com a ponta da língua batendo no céu da boca e na parte de trás dos dentes da frente, como fazemos com a palavra lua.

4) ED, nosso amigo que sempre mencionamos

Os verbos regulares conjugados no passado em inglês ganham a terminação -ed, como em stop – stopped. A pronúncia correta dessas palavras é com a vogal muda, como se fosse “stopd“ ou, no caso de passed, “passd”.
No português, nós falamos geralmente do jeito que escrevemos, pronunciando todas as letras. Por isso, muitas vezes ao falarmos inglês, levamos muito em consideração a forma como a palavra é escrita e esquecemos que os sons são ligeiramente diferentes do que lemos.

5) Falsos amigos

Todos nós já caímos na armadilha dos falsos amigos. Palavras que pensamos saber o significado, porque são semelhantes ao português, geralmente nos levam a cometer erros engraçados. Porém, na hora de adquirir fluência, o ideal é conhecer bem o idioma falado.
Actually não significa atualmente e sim na verdade; brave significa corajoso, e não bravo, como muitos podem pensar. Outro erro comum é com o famoso push, que é empurrar, e não puxar.

6) My home is red

Outra coisa que confunde muito os brasileiros é a pronúncia do H e do R. O H do inglês pode ser mudo ou sonoro. Quando pronunciado, ele fica com o som parecido com o nosso RR. Já o próprio R em inglês tem uma pronúncia que lembra o sotaque do interior de São Paulo, como nas palavras “porrrrta” ou “verrrde”, se me permitem a comparação caricata. Na pronúncia do R no começo das palavras, o som vem da garganta e a língua não se move.

7) N e ING

O som nasal é um assunto sobre o qual podemos falar bastante, mas vou ficar com estes dois exemplos, já que, no inglês, muitas palavras são terminadas em -ng, o que não é comum no português.
Em singingsleeping e walking, o G é bem sútil, como o som nasal que geralmente fazemos ao pronunciar o sim. Portanto, você pode imaginar a pronúncia de singing como “sin-im”, ou sleeping como “sleepim”, caso isso torne a pronúncia mais fácil de entender.
Já quando a palavra tem um N ao final, como em men, tendemos a fazer o som do nosso sim, o que, neste caso, não está correto. O ideal é falar o N com a língua entre os dentes e o céu da boca, sem anasalar a vogal.
No fim das contas, sotaque não é necessariamente algo ruim, inclusive pode até ser muito charmoso. Mas podemos melhorar a pronúncia para nos comunicarmos de forma clara e eficiente, já que essa é uma das condições para se adquirir fluência total.
E, ao final de uma conversa, com certeza vai ser muito gratificante ouvir um “Your english is very good! Where are you really from?” (fonte:adaptado de Babbel)

sexta-feira, 20 de março de 2015

COMO FALAR E PENSAR EM INGLÊS?

Quando você pensa em dizer algo em inglês o processo ocorre mais ou menos assim: o conceito » pensar em português » traduzir para o inglês usando as regras e palavras soltas que sei » falar. O melhor é encurtar esse processo deixando-o assim: o conceito » pensar em inglês » falar. Temos de aprender a eliminar as etapas de “pensar em inglês” e “traduzir”. O cérebro deve processar a nova língua de modo natural assim como acontece na nossa primeira língua: o conceito » pensar em português » falar. Detalhe esse processo mais curto em nossa própria língua, de acordo com os especialistas, ocorre em apenas 600 milisegundos. Esse é o tempo que nosso pensamento leva para ser verbalizado (pensar e sair falando). Em uma segunda língua devemos tentar chegar o mais perto disso possível! Mas, como?
Eu já dei inúmeras dicas aqui no blog de coisas que você pode fazer no dia a dia para começar a se acostumar com essa coisa de pensar em inglês: fale inglês sozinho, ouça e decore diálogos curtos, repita e leia sentenças e textos curtos em voz alta, faça inúmeras atividades, envolva-se o máximo possível com a língua inglesa, ouça músicas em inglês e tente decorar as letras e cantá-las, quando sozinho em um local procure pensar em inglês e não em português.
Lembre-se: seu pior inimigo é você mesmo. Se você não mudar sua atitude e perceber que tudo depende de você mesmo, essa coisa de pensar em inglês não vai rolar. Ao invés de ficar passeando pela internet procurando por uma dica milagrosa, você deve começar a se organizar, estabelecer um objetivo, investir em materiais, ouvir inglês, ler inglês, escrever em inglês, ter um horário de estudos… Enfim, VOCÊ é e faz a diferença. Que você quer aprender a pensar em inglês, você já sabe! Agora está na hora de tomar uma atitude e começar a fazer isso. Afinal, ninguém fará isso por você. O cérebro é seu! Então, é você quem tem de fazer algo para fazer com que seu cérebro se acostume a pensar em inglês. Milagres não acontecem!fonte:inglesnapontadalingua


sábado, 1 de novembro de 2014

7 PECADOS DO PÉSSIMO PROFESSOR DE INGLÊS

A experiência de três décadas de carreira no ensino de Inglês deu a certeza a Rosângela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto, de que o aluno responde só por metade do sucesso do aprendizado. 
“A outra metade é formada por tudo que é externo a ele: professor, metodologia usada, ambiente”, explica.
Por isso, de acordo com ela, é preciso avaliar bem quem você escolhe para ajuda-lo na empreitada de ser fluente no idioma. Veja alguns indicadores de que é hora de trocar de professor: 

1- Planejamento zero
“Muitos professores ainda confundem aula com livro”, diz Rosângela. Se o único recurso que seu professor usa é o livro, e, quando a aula começa, ele faz a clássica pergunta “onde paramos” pode ser que ele não esteja dedicando tempo à preparação da aula.
Planejamento deve levar em conta o material, mas também os alunos, segundo a especialista.“O ideal é que ele traga também um pouco do universo do aluno para a sala de aula porque nem sempre o livro faz isso”, diz Rosângela.

2- Sem estímulo para que o aluno fale
O aprendizado de uma língua envolve 4 habilidades: escrita, leitura, compreensão oral e fala. “A fala é a habilidade mais desafiadora”, diz Rosângela. 
Bons professores sabem que não devem falar mais do que 20% do tempo da aula. É a regra geral. Afinal é o momento certo e o ambiente seguro para praticar e ser corrigido.

3- Nada de cobrança por empenho
Bons professores checam a evolução de seus estudantes periodicamente e criam mecanismos de motivação para eles. 
“Eu vejo semelhança na relação entre líder e subordinado”, diz Rosângela. Mau sinal é o professor não demonstrar a mínima preocupação com seu desempenho.

4 - Ensino da língua... e só
A língua é parte da cultura. Esta, por sua vez, reúne costumes, expressões não verbais, culinária, música, etc. 
Perdem pontos os professores que deixam de lado estes outros aspectos, segundo Rosângela.

5- Ele deixa o aluno falar de qualquer jeito
Quem domina o idioma tem fluência (naturalidade e ritmo) e precisão (falar corretamente). Pecar na correção, tanto para mais quanto para menos, atrapalha a evolução.
O nível de conhecimento do aluno é que deve nortear o volume de correções que o professor deve fazer, segundo Rosângela. Quanto mais iniciante, menos correção e vice-versa, explica.

6 - Atrasos e faltas
Estas são as principais razões objetivas de descontentamento de alunos, segundo Rosângela. 
“Aqui na Companhia de Idiomas, temos índice de 1% de insatisfação e atrasos e faltas são os motivos que mais aparecem quando investigamos o porquê”, diz.

7- Nunca se atualiza
A língua é viva e, portanto, muda com o passar dos anos. Ignorar este aspecto é estagnar-se como professor, segundo Rosângela. 

Além disso, bons professores estão sempre em busca de métodos, recursos e ferramentas novas para estimular seus alunos e acelerar o seu aprendizado, diz a especialista.fonte:exame

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

DICAS PARA FALAR BEM INGLÊS!

1ª Dica – Leia textos (ou mesmo sentenças) em voz alta. Acostume-se a ouvir sua própria voz em inglês. Isso ajuda você a melhorar a pronúncia, a memorizar palavras, expressões, sentenças, etc., e a ouvir você mesmo falando inglês sem achar estranho;

2ª Dica – Quando possível grave-se ao ler um texto. Escolha um texto pequeno e fácil (pode ser um diálogo de um livro, o parágrafo de um texto) e leia-o repetidas vezes em dias diferentes. Grave cada leitura sua e compare as leituras desde o primeiro momento até o último. Leia e grave quantas vezes achar necessário e veja como você vai melhorando a cada leitura;

3ª Dica – Crie diálogos entre duas pessoas e faça o papel de cada um deles. Você deve escrever o texto antes e praticá-lo em voz alta depois. Isso ajuda você a pensar em inglês, a estruturar as sentenças (gramática e vocabulário) e a vencer aquela ansiedade na hora de falar inglês;

4ª Dica – Mantenha sua mente pensando em inglês. Quando estiver em uma fila, sala de espera, restaurante, ônibus, etc., pense em inglês. Descreva a roupa das pessoas, descreva as pessoas, repita mentalmente as placas dos carros (letras e números) é inglês, descreva os caminhos pelos quais você passa em inglês, etc. Enfim, faça de tudo para que seu cérebro se mantenha ativo com a língua inglesa. Isso ajuda você a ampliar o seu vocabulário em inglês;

5ª Dica – Ao aprender uma estrutura gramatical, anote alguns exemplos e reescreva-os para que seu cérebro se acostume com a estrutura. Depois, reescreva o mesmo exemplo, mas trocando algumas palavras. Isso ajuda você a diversificar o modo como a estrutura gramatical é usada e faz com que a estrutura fique melhor fixada no cérebro. Isso é coisa de Abordagem Lexical: aprender a gramática de uso na prática. fonte:inglesnapontadalingua

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